Seu sobrinho não sabe fazer sites

Seu sobrinho não sabe fazer sites

Seu sobrinho não sabe fazer sites

Existe uma pequena diferença entre “mexer em computador” e desenvolver um site profissional.

Existe um momento crítico na vida de toda empresa. Ele acontece logo depois que alguém diz:
“Pra que contratar uma agência? Meu sobrinho faz.”

E pronto. Nasce mais um site que vai carregar com orgulho três características marcantes: layout de 2012, botão que não funciona e um formulário que nunca envia nada para lugar nenhum.

Antes de tudo, vamos esclarecer: não temos nada contra sobrinhos. Inclusive, desejamos que todos eles prosperem. Mas existe uma pequena diferença entre “mexer em computador” e desenvolver um site profissional para uma empresa que depende de resultados.

Mexer não é trabalhar com isso – Seu sobrinho não sabe fazer sites

Seu sobrinho pode ser ótimo instalando impressora. Pode ser rápido formatando notebook. Pode até saber trocar a senha do Wi-Fi. Mas isso não o transforma automaticamente em desenvolvedor, estrategista digital, especialista em UX, copywriter, analista de SEO e responsável por conversão.

Fazer um site profissional envolve:

  • Estratégia
  • Estrutura pensada para conversão
  • Escrita persuasiva
  • SEO técnico
  • Velocidade
  • Responsividade real (não aquela que “quase funciona”)
  • Segurança
  • Atualizações
  • Integrações
  • E, principalmente, objetivo claro

Não é “abrir um template e trocar o texto”.

O barato que sai caro (e às vezes nem barato é)

O argumento normalmente é financeiro.
“Ele faz de graça.”

Perfeito. E quando o site não aparece no Google?
E quando o WhatsApp não converte?
E quando a página demora 9 segundos para carregar?
E quando o cliente entra e sai em 4 segundos porque não entendeu nada?

Aí você paga duas vezes:
Uma em paciência.
Outra para refazer tudo do zero.

Se você quer resultado local, precisa de estratégia local

Empresas em Jundiaí competem entre si diariamente por atenção online.
Quem aparece primeiro no Google ganha vantagem.
Quem tem estrutura profissional converte mais.
Quem investe em posicionamento constrói autoridade.

Criar um site é simples.
Criar um site estratégico, otimizado e focado em geração de negócios é outra conversa.

E essa conversa dificilmente acontece no churrasco de domingo.

O site não é um favor. É um ativo estratégico.

Empresa que leva marketing a sério entende que site não é um “cartão de visita online”. É uma máquina de posicionamento. É autoridade. É geração de leads. É argumento de venda funcionando 24 horas por dia.

Se o site não transmite confiança nos primeiros 3 segundos, o cliente fecha e vai para o concorrente — que, por sinal, não contratou o sobrinho.

Mas ele sabe mexer no WordPress…

Saber instalar WordPress é o equivalente digital a saber usar uma furadeira.
Isso não faz de ninguém um arquiteto.

Sem estratégia, o site vira uma colagem de blocos.
Sem SEO, vira um enfeite bonito que ninguém encontra.
Sem copy, vira texto institucional que ninguém lê.
Sem estrutura, vira um labirinto.

E o pior: a empresa acha que “já tem site”, quando na prática tem apenas um endereço online ocupando espaço.

E quando o sobrinho cresce?

Existe um cenário em que tudo dá certo: o sobrinho realmente decide trabalhar com isso, estuda, se especializa, testa, erra, aprende, desenvolve método e começa a gerar resultado real.

Nesse caso, parabéns. Ele deixou de ser “o sobrinho” e virou profissional.

Mas enquanto ele estiver fazendo o site nas horas vagas entre a faculdade, o videogame e o churrasco de domingo… talvez não seja o melhor responsável pela vitrine digital do seu negócio.

A pergunta final

Se o seu site fosse uma loja física, você deixaria alguém que “mexeu em SketchUp uma vez” projetar tudo?

Se sua empresa dependesse exclusivamente da vitrine, você pediria para um parente “dar um jeitinho”?

Então por que, quando se trata da internet — onde o cliente realmente decide — o critério muda?

Um site profissional não é gasto. – Seu sobrinho não sabe fazer sites

É investimento em posicionamento, credibilidade e geração de negócios.

E não, isso não é nada contra o seu sobrinho.
É só a favor da sua empresa.

 

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